sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Modas ou hábitos?!

Um deste dias em conversa com uma amiga de Portugal perguntava-me ela o que eu achava da moda pelas Terras Baixas. Boa pergunta...
Não é que eu ande para aí armada em Guru da Moda, mas ainda me lembro de um desabafo de uma amiga italiana que dizia "Só compro roupa quando vou a casa, aqui as cores e os modelos non mi piace". De facto, as cores por aqui são quase sempre as mesmas: tons de cinzento, castanho e preto. É raro encontrar uma pessoa vestida de tons alegres ou deveras coloridos. Julgo que combinam as cores com o tempo! Os tamanhos também são geralmente para gente grande. Se em Portugal eu visto o M aqui o meu Ego é constantemente alimentado com o S.
No Verão vê-se mais côr, mas quase toda a gente adopta a "moda da cebola", ou seja, vestem-se às camadas e durante o dia vão tirando ou acrescentando conforme temperatura ou pluviosidade. Chega a ser cómico ver gente de chinelas e de impermeável em simultâneo ou de botas de cano alto e vestidinho de alças... Por aqui é fashion!
Outra característica (também aplicável a moda) tipicamente holandesa é a descontracção: tanto se vê um senhor de fato como uma senhora de saltos agulha a pedalar para o trabalho ou gente que sai de casa conforme acordou, ou seja, sem meter escova ou pente no cabelito...
Tirando estes aspectos acho que mais detalhe, menos detalhe a moda é quase a mesma coisa, só os hábitos é que são um pouco diferentes.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Concursos de talentos musicais?!


Os Ídolos, Popstars, Chuvas de Estrelas e outros que tais sempre foram concursos que me despertaram um misto de sentimentos. Por um lado descobrem-se verdadeiros talentos que timidamente se escondiam do estrelato, por outro mostra a falta de bom senso e auto crítica de muito boa gente.
Lembro-me de ter visto em mil-novecentos-e-troca-o-passo a prestação de Sara Tavares, no concurso que a lançou, e tenho de admitir que ficava com pele de galinha de cada vez que a ouvia cantar. Gostava particularmente da faceta meio tímida e humilde dela, características que mantém até hoje.
Nos dias que correm também aparecem estrelas adormecidas - veja-se o caso da Susan Boyle, mas fico a pensar na quantidade de "artistas" que jurís como aquele tem de ouvir por dia e nas vezes que a fé em encontrar um verdadeiro talento cai por terra. A quantidade de gente que tem-jeito-para-tocar-campainhas-de-porta-e-que-devia-era-ficar-em-casa-muito-sossegadinha-no-seu-cantinho é mais que muita, digo até que a atitude descarada e cara-de-pau é uma característica bastante proeminente. Sei do que estas criaturas precisavam: aulas de canto e pouparem o pessoal destas fracas figuras... Isso é que era!

sábado, 24 de outubro de 2009

Dia de chá, bolo e conversa para pôr em dia...

Alimentada pelo meu saudosismo de Invernos passados em Lisboa procurei por casas de chá nesta cidade magnífica. Muita gente tem ideia que Amesterdão são só Coffee Shops e Red Light District tudo misturado com uma total boémia, como se se vivesse em constante pecado. Esta magnífica cidade tem muito mais para oferecer e tem um misto de novas ideias com algo de Kitch que é um must.
Encontrei um salão de chá que tinha tudo menos o ar britânico snob a que estariamos à espera. Papel de túlipas na parede, mesas com toalhas diferentes, muita côr, bolos para todos os gulosos, simpatia e disponibilidade, tudo misturado com um ambiente cousy num dia triste de Outono tornaram uma tarde chuvosa de sábado num fantástico dia de amena cavaqueira. Ficam aqui algumas fotos dos bolos massapão que enfeitavam as mesas a testemunharem as minhas palavras:



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sou só eu???

Sou só eu que acho que estas malinhas que os putos usam debaixo do sovaquito são, a que modos que, à panilas? Um gajo tenta ser dread com calças descaídas até aos joelhos, mostra a cueca a toda a gente, usa um kispo preto brilhante a lembrar sacos do lixo, usa o bendito penteado à futebolista, o bonézinho da praxe (maior que a cabeça ou virado para o lado à palerma), anda de forma descoordenada e, para finalizar, usa uma pochete da Gucci do chinês debaixo do braço.
A mim parece-me uma coisa muito à Nelo e Idália, daqui a começar a falar com trejeitos de bichona é um passinho...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Faltam 2 meses mas...

... começaram a decorar a cidade com as luzes de Natal. Não tem nada a ver com a nossa rua Augusta, Chiado ou Terreiro do Paço com espalhafatosos monumentos luminosos que fazem os locais ou turistas parar e registar o momento Kodac. Aqui as luzes são discretas, posso até dizer frias como o tempo. Não fosse morar aqui acho que até passavam despercebidas.
Também falta o cheiro a castanhas assadas e aquele leve odor a café que se sente quando passamos por alguma cafetaria em qualquer canto da cidade.
Já se vêem mais barraquinhas a vender as panquecas típicas e stroopwafels e dentro em breve vão surgir as roullotes que vendem os bolos típicos desta época muito semelhantes aos nossos sonhos e bolas de Berlim.
Só me resta aguardar que as temperaturas desçam (ainda mais) para finalmente retomar a minha bebida preferida de Inverno por estas paragens - chocolate quente com natas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Dealing with the Dutch

Li a pequena introdução do livro e acho que me vai dar as respostas que há muito procuro. Ora leiam:
Whether you are coming to the Netherlands on a business trip or to work here for a while, or have regular contact with Dutch people in your own country, being prepared for Dutch culture will make your stay more effective and your interactions more satisfactory. People from all corners of the world involved in government, business and culture come into contact with the Dutch and are often frustrated by their directness, their critical attitude, and their sometimes slow decision-making processes – just a few of the characteristics that are immediately noticed. Fortunately, there are many good attributes, too. For example, the Dutch may drive a hard bargain, but once agreement has been reached their word is their bond.
Eu daria outro adjectivo ao facto de serem directos. Em relação à lenta tomada de decisão acho que a solução é tomar Xanax. Com o tempo o pessoal junta-se à carneirada...

sábado, 17 de outubro de 2009

Let's party

Uma das coisas engraçadas da vivência por estes lados são as festas. Em Portugal as mais usuais são os aniversários ou as épocas festivas como o Natal ou Páscoa, tudo o resto são encontros casuais sem título. Por aqui não. Aqui sempre que se dá uma festa dá-se um título ou uma das seguintes razões:
- House warming (quando se inaugura uma casa) que pode ocorrer várias vezes porque aqui ninguém fica na mesma casa anos a fio (só uma das minhas amigas mudou 4 vezes em 10 meses) ou porque a primeira festa teve pouca afluência;
- Festa temática - Já vi algumas vezes trajes bem estranhos só porque o cicerone da festa pensou em algo como: Festa Cowboy, Festa Drag Queen, Festa dos Anos 70 e por aí a diante.
- Festa de aniversário de vivência por terras holandesas. Quase toda a gente que conheço não é daqui, esta cidade é um belo exemplo da globalização.
Uma coisa que em Portugal é impensável, mas que aqui é o pão nosso de cada dia, é sugerir trazer mais amigos para a festa, pessoas que não se conhece mas que já sejam amigos dos amigos. No final é garantido que se tem uma casa cheia e a rede de contactos proporcionalmente aumentada num país que não é o nosso.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Conversa de casas-de-banho (holandesas)

You're in a new country and just getting acclimated to the language, the culture and your new surroundings. Then, without warning, you realise that you've gotta go. Whether you're at home, in public or someone's guest, you can only cross your legs and squeeze for so long. It seems simple enough: go to the nearest toilet, do your thing and leave (after washing your hands, of course). However, if you've had the pleasure of living or spending time in the Netherlands, you'll know that nothing here comes easily!A league of their ownThe Dutch bathroom is the smallest room known to man. I'm talking the kind of size that would make an elf claustrophobic! There is barely, just barely, room enough to turn around and sit down. But before you awkwardly try to find a way to comfortably seat yourself, take a look at your surroundings; this will not take long. You will observe the four things unique to Dutch toilets ( and if you are planning to take the Samen Woonen test as part of your inburgering, you will need to know this):
- The lack of windows or any other form of ventilation;
- An air freshener in the toilet to compensate (You will more than likely find spray air freshener in addition to the one in the toilet bowl, just in case.);
- The omnipresent birthday calendar (Why not put birthday reminders in the room you undoubtedly spend the most time in? Just make sure you include everyone: the Dutch have been known to go to the bathroom for the sole purpose of making sure their natal day is included in your calendar);
- The inspection shelf (More on this later).
The Dutch believe that it is good to have options and that ideal even applies to ways to flush after using the loo. There's the chain, rope or string; the button on the top or side of the toilet; the push panel on the wall behind the toilet and the foot pedal. And those are just the most frequent. Even the tanks get fancy: some above the toilet, others behind and the occasional hidden tank.
Where's the potty?
Believe it or not, there is such a thing in the Netherlands as the Dutch Toilet Organisation (DTO). The DTO has two main goals: to provide more accessible public toilets in the Netherlands and to make clean toilets available to third world countries. For the sake of staying on topic, let's just focus here on number one. The DTO generously promises to fund inspections on existing public WCs and to provide a soapbox for policy makers, manufacturers, marketers, individuals and "other interested parties". These intentions are most definitely in the right place. With every person visiting the restroom an average of five times a day , according to DTO founder and Delft University of Technology associate professor Dr Johan F. M. Molenbroek, the need for more public restrooms is very real. As it stands, many of the few public restrooms in the Netherlands are of the infamous pay-to-pee variety. In my experience living in Utrecht, I have found very few restrooms for which this is the case. But in her August 2007 article ‘A Dutch Inconvenience’, nine-year expat and published author Amanda van Mulligan lists shopping centres, department stores, service stations and bars as culprits in charging for Nature's call. Typically, such places charge 25 euro cents for the privilege, which you are expected to pay to the toiletjuffvrouw before using the facilities. Sometimes, the fees are higher. (I've only seen up to a 50 cent charge, but have heard of places that actually expect you to pay a EUR 1 entry fee.)The state of restrooms, however, will lead one to question where this money is going, since it is clearly not going towards cleanliness or keeping materials such as toilet paper, paper towels or soap in stock. Yet things are looking up, according to a survey done by Service Management: results showed a nine percent increase in the number of toilets that can be classified as clean between 2006 and 2007.
For the cleanest potties, head for the hospital.
For the brave, there are other options that don't involve a fee. Public urinals are popular in Holland, especially during festivals, parades and fairs. The odd, hulking, four-sided booth-like plastic structures contain a small urinal—one for each of the four compartments—placed at just the right height. If you like your privacy, however, this is definitely not for you as there is nothing to shield you from passers-by.
At this point you're probably thinking how wildly unfair it is that men have this option (should they be brave enough), while women do not. That is not quite true. Thanks to Dutch inventor Moon Zijp, ladies are now also able to make use of public urinals or wherever else they chose, for that matter. The device that makes it all possible is called P-Mate (Plastuit in Dutch) or, more appropriately, the She-Pee as they are referred to in the UK. This cardboard funnel-like contraption allows women to wee while standing up without revealing anything.Now what's the shelf thing all about? The most shocking thing for many an expat upon their first trip to a WC in Holland is what is commonly known as the ‘inspection shelf’. Thanks to Dutch toilet design, you are given the opportunity to examine your fecal matter before sending it on its way to the sewer. While it is an appalling idea, it is also a practical one. Many diseases and health issues can be detected by examining stool samples. Just as we determine if we are drinking enough water by looking at the colour of our urine, we can see other diet needs and surpluses by taking a peek at our excrement. The system of having a flat surface in the toilet bowl comes from the Germans. In France toilets have more of a triangle shape, enabling feces to plop right to the bottom of the bowl and immediately out of sight. American toilets have the same idea, but contain a higher level of water so that the excrement floats to the top. In his lecture on toilets and ideology, philosopher Slavoj Zizek, who specialises in ideology and materialism, points out that each society seems to have their own system and each feels that their system is the best.
The flachspeuler (German for ‘flat-flusher’, i.e., the shelf design) may not be the most pleasant of toilet models, but it does have its advantages. Besides the opportunity to do a health check on your latest sample, these toilets save you from being splashed with toilet water with each deposit, and the design and flushing system save water.
The biggest problem with the shelf design? Once you're ready to say ‘Tot ziensI’ to your latest triumph, it’s not always so quick to leave. If you do succeed in getting everything off the shelf and down the hole in one flush, odds are high that traces will be left behind. To avoid having to clean up after yourself with a toilet brush or, gods forbid, your bare hands, try making a soft bedding of toilet paper for your stool to land on. The toilet paper will act as a raft and carry everything away without a trace.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Como fazê-los desistir (rapidamente) de nos pedir coisas

Como qualquer gaja que se preze sei fazer de tudo um pouco mas, como toda a gente, existem áreas para as quais tenho mais vocação que outras. Não sendo cabeleireira mas por solicitação da cara-metade lá lhe aparei o cabelo no pescoço a máquina zero. Finalizado o trabalho perguntei-lhe "Está bem assim?", resposta "Está óptimo"... Descansada da vida!
Um destes dias ao chegar a casa diz-me que um colega (careca, por sinal) perguntou-lhe que raio de penteado era o dele, que parecia que lhe tinham enfiado uma tijela na cabeça e cortado à volta. Não querendo denunciar a sua mais-que-tudo respondeu que tinha sido ele o autor de tal obra (que fofo) mas já me informou que não volto a tocar na máquina para lhe aparar o cabelo. Por entre gargalhadas e pedidos de desculpa lá me redimi do infeliz resultado. Parece que afinal não tenho veia para cabeleireira... Que pena (not)!

sábado, 10 de outubro de 2009

Toma lá que já almoçaste!

Pois que gozava eu com aqueles emigras que encontrava em Portugal por altura do Verão que gritavam em plenos pulmões "Jean Pierre vien ici.... Anda cá já! Tás surdo ou quê?!" pelo show off e pelo maravilhoso mix, achando que aquilo era desnecessário e sentindo ao mesmo tempo uma pontinha de vergonha. Sim, tenho de admitir, que isto e músicas pimbas envergonham-me, melhor, envergonhavam-me porque estes gajos aqui gostam de música típica do mais foleiro que há, o que até certo ponto me descansou em relação ao que se ouve no Portugal profundo... Ufa!
Voltando ao Jean Pierre... Ía eu muio lampeira na minha bicla, qual heroína do asfalto, e aparece-me uma miúda com uns 6 anos na sua bicicleta completamente distraída e fora de mão, fiz o meu cáculo mental e verifiquei que para travar teria de ir com a dentuça ao chão e, como podem calcular, não me estava a apetecer nada. Nesse momento de profundo desespero entre o Tico e o Teco saiu-me qualquer coisa como "Be carefull... pá".
Tenho a certeza que ainda hoje, apesar de ela ainda não saber usar um dicionário, percebeu o sentido de um lusitano "Pá" no final de uma frase anglo saxónica.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Experiência: Grécia

Correndo o risco de tornar este blog numa lista de esperiências gastronómicas, achei que devia partilhar o que me vai na alma (ou mais precisamente no sistema digestivo) depois de apreciar tamanhas iguarias.
Já há anos que não degustava comida grega. A última vez que o fiz estava na idade do armário e nestas idades não damos muito valor a experiências neste patamar, são muitas as hormonas que gritam histéricas por atenção.
Depois de um dia cheio de emoções e de me sentir quase esgotada surgiu a ideia de experimentar o restaurante grego das redondezas. Na típica Amesterdão todas as pessoas são de pontinhos diferentes do planeta. Uma chefe de sala francesa que fez questão de nos fazer sentir em casa e uma equipa de cozinheiros gregos que elevaram ainda mais o meu imaginário gastronómico mediterrâneo foi, o que considero, um fantástico final de dia. Um prato de Gyros e outro de camarão grelhado com molho de iogurte e alho acompanhados por um fantástico vinho grego encerraram uma semana que acabou em beleza.
A repetir muito em breve...

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Experiência: Etiópia

Quem ouça falar na Etiópia associa imediatamente a imagens de crianças sub-nutridas e de carências aos mais diversos níveis. Gastronomia será, certamente, o último dos motivos que fará muita gente falar deste país do continente africano.
Afastando estas imagens do preconceito que se criou revelaram-me que havia um restaurante etiópio que valia a pena experimentar. O jantar no Axum finalmente concretizou-se. Quando me falaram deste pequeno restaurante foi salientado o seu ambiente simples e familiar, a forma de comer sem recurso a talheres e o seu aromático café.
Situado numa rua que quase passa despercebida, este lugar de sabor africano tem uma decoração étnica e quente que nos faz viajar através das fotos que forram as paredes de cor ocre. A cicerone acolheu-nos com um sorriso doce e apresentou-nos a ementa com as iguarias típicas. A nossa opção foi vegetariana. As bebidas faziam parte de um cardápio de fair trade market (que já começa a ser muito usual em Amesterdão), uma cerveja servida num copo feito de casca de côco e para mim o vinho da casa que, coincidência, era português e excelente!
Os pratos foram servidos numa base de crepe gigante com salada, lentilhas salteadas, vegetais cozidos e um crepe extra que servia de "talher". Dois pequenos tachos com um aroma intenso a fumegar foram colocados à nossa frente. As quantidades que não pareciam imensas não deixaram espaço para sobremesa. Também não experimentei o afamado café, preferi uma noite descansada a uma noite de insónia...
Quando nos preparávamos para sair, sob a promessa de voltar em breve, entrou um casal norte americano que, segundo nos disse Belaynesh, já visitavam Amesterdão há 15 anos e sempre que lá iam jantavam pelo menos uma vez no seu restaurante... É de voltar a este reino!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Frutinha ou nem por isso?

Há uns tempos recebi um mail em que mostrava as "dignificantes" diferenças entre ser gajo macho e ser homossexual e uma das frases era qualquer coisa como: "Ser gajo é sinónimo de gostar-se de bifes e seus derivados ou gajo que é gajo não come uma saladinha ao almoço". Na verdade quando li o mail achei-o exagerado e até homofóbico ao ponto de colocar em causa quase todos os comportamentos ditos de uma pessoa normal como que afirmação de uma suposta orientação sexual, no entanto, de vez em quando lá dou de caras com este género de alérgicos a legumes.
Não há um medico que diga a estas criaturas que comer vegetais não interfere com a orientação de cada um? Ou que comer salada ou fruta sempre é melhor que tomar vitaminas em forma de comprimidos ou até um sumo com adição de E358 e outros que tais?!?! Tenho para mim que esta gente não gosta é de ter muito trabalho ou, como dizia a outra, gostavam era de ter uma empregada que lhes tirasse os caroços da fruta...

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Troquinhos? Bahh...

Por estes lados usa-se o euro. Até aqui nada de novo! Novidade (e incredulidade) é ir ao supermercado (por exemplo) e ver preços do tipo 3.33€ ou 1.21€ e as moedas de 1 e 2 cêntimos não circularem neste país. É um constante fazer contas de cabeça para arredondamentos que não há pachorra.
Não seria muito mais fácil usar os benditos múltiplos de cinco em vez de nos fazer pensar se vamos ficar a ganhar ou a perder da próxima vez que formos às compras? Pela via das dúvidas prefiro pagar com o multibanco. Assim paga-se o que a máquina registadora diz e mai nada!