domingo, 9 de agosto de 2009

E que tal umas luvitas?!?!

Se há coisa que não há muito por aqui são baixas por doença. Eu até acho que já sei porquê. Se a ASAE fosse uma entidade internacional chegaria aqui e levaria as mãos à cabeça pela quantidade de trabalho. É que cuidados a nível de higiene e segurança alimentar é coisa pouco conhecida por estas paragens.
Já me aconteceu um sem número de vezes ir a casas de sandes, pedir uma mista (por exemplo) e ver o processo de elaboração da dita quase atónita. Eu passo a explicar a feitura da sandocha, sublinhando desde já que as diferentes fases decorrem sem o auxílio de luvas ou de pausas para lavagem de mãos: a moça pega no pão e corta-o ao meio, espalma as metades, agarra no queijo e coloca-o numa metade, agarra no fiambre e coloca sobre o queijo, fecha a sandes e entrega-la ao cliente, aceita o dinheiro, faz o troco.... Se houver um cliente à espera o processo é idêntico!
É ou não é uma sandes reforçada? Pelo menos dá luta ao sistema imunitário. Temos de ver o lado positivo da coisa!

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